Qualidade de Vida: Meditação e O Silêncio Interior!
Uma vez que você insere a meditação no seu cotidiano as experiências crescem e se estabelecem. Enquanto você tem meditado notou o silêncio? Notou um vácuo em algum momento da meditação? Quanto tempo decorreu? Observe.
Quando se está em silêncio total, no vácuo, a primeira coisa que se perde é a noção de tempo. É aí que se ultrapassa a atividade mental. Escorrega-se no vazio. Ultrapassa-se o tempo. Encontra-se naquele nível sem tempo. Notou o silêncio interior como um vazio, oco, ausência de som, algo como uma grande lacuna, uma grande brecha…?
É abstrato mas super real. Real porque você notou, você estava consciente do vazio, da sua consciência notando a ela mesma. Interessante não é? Em meditação você teve uma experiência de estar consciente sem pensamentos. Você atravessou o oceano das atividades mentais e experimentou o seu ser interior. Com a prática, cada vez mais você ficará familiar com essa realidade interior.
Esse nível de silêncio, de oco, de vazio é o próprio vazio anterior ao som, ao alfabeto, à existência manifesta, é o estado de consciência imensa e vasta e vazia responsável pela criação dos seus pensamentos, das suas percepções. É vazio, pois não há mais nada e é cheio pois consciência é vibrante, viva, conhece a si mesma, é cheia de potencial para vir a ser…
É consciência consciente, que se torna consciente de si mesma, daí a origem da trindade: eu conheço a mim mesmo, eu sou o conhecedor, o processo de conhecimento e o conhecido.
No silêncio da meditação enterramos o eu, o conheço e o mim mesmo, no silêncio, conhecedor, conhecimento e conhecido voltam a um estado de unidade e se desdobram novamente em 3. De três para um e de um para três. Este é o processo interno da meditação, da criatividade e da expansão da consciência.
Neste limiar mora a habilidade de criar a sua própria realidade!
[Adrias Consultoria]
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